quinta-feira, 5 de junho de 2008


A cigana que leu o meu destino,
Guardou dentro de sí tantos segredos.
A vida nunca é nada que imagino
E fica esparramando meus brinquedos

La fora o vento bate em desatino.
Murmura pela copa do arvoredo.
Cá dentro do meu quarto me confino.
A voz do vento sempre me dá medo.

Levanto, acendo a luz, abro a janela.
No céu a lua gigantesca e bela
Me acalma,me aquieta e tranquiliza.

Não quero ler Romance nem Novela,
Ligo o computador, busco na tela
Algum verso da doce AMIZADE..
(Jenário de Fatima)

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