domingo, 16 de novembro de 2008




Medos

De parecer ridícula e imatura
Medo de não ver, apenas olhar
Não conseguir as poesias rimar
Sem sentimentos para ocultar

De não ser dona de meu caminhar
De não saber amar, e não sonhar
Medo de morrer enquanto viver
Medo da alegria virar tristeza

Medo do próprio medo na noite
Medo de mim mesma, das ações
Atormentando meu coração
Paralisando atitudes ou reações

São tantos os medos vividos
Nesta longa e sofrida vida
Se te encontrar, pode acreditar
...Não terei medo de te amar!

(Penelopi)

Um comentário:

blgger disse...

E tudo muito lindo!!!
Amei as poesias!!!!
São lindas como vc!!!!!

Eu adoro vc!!!!bjusssss


Rosangela