quinta-feira, 27 de março de 2008


O porquê da Lua te invejar

Da noite de ontem ficou teu… teu perfume
Que banha a pele, se entranha no corpo
Cuja sua falta faz de mim homem morto
Leva-me ao desespero, cria azedume

Perdido é teu olhar, e perdido está
Perdido está sem que queira ser achado
Agarrado ao firmamento. Sustentado
No Amor não vá pensar-se que a sorte seja má

Os ventos que sopram, e os rios que correm
Sorte dos beijos que na tua boca morrem
Feliz de mim que posso… que os posso roubar

Posso ver ouro na água reflectida
Contemplar teus cabelos loiros a cintilar
A lua morre de inveja do teu brilho

(Pedro Lopes in "Passione" Edições Ecopy)

Nenhum comentário: